Buenas!!!
Assim mesmo, desde a informalidade de meu portunhol que já é gaudério, inicio o ano me "digitalizando" um pouco mais. Sim, agora, com a assessoria de minha filha Karina, dou arrancada a este "blog".
Há tempo, muito tempo, que escrevo. Será por essa condição de teatino, essa condição de imigrante que sempre deixa um pouco de si em cada porto que abandona, tenho escrito os melhores textos a meus amigos e amigas, tenho refletido sobre a vida, a militância, a arte, a cultura e sobre minha própria pequena história em muitas folhas de papel que andam por aí, quem sabe se já nem existindo mais, quem sabe guardadas em algum cantinho de uma velha caixa de sapatos...
Agora, já quarentão, tenho muitas coisas a dizer, muitas histórias grandes e pequenas a contar. Tive a sorte de conviver com pessoas maravilhosas, com figuras históricas, mais do que nada daqueles que fizeram a história, mas também de personagens que encontrei nas estradas da vida e aos poucos vão se esvaindo na névoa da memória. Nada melhor que este espaço para falar de tudo isso.
Se tudo der certo, este ano me formo em "artes visuais, habilitação escultura", curso realizado no centenário Instituto de Artes da UFRGS. Foram cinco anos de estudo e convivência com a "geração do centenário", uma turma que decidiu dar um virada no leme desse gigantesco e pesado navio, que apenas apontava sua proa para o fechado espaço da "arte contemporanoide". Muitas coisas a lembrar, mas muitas a registrar ainda.
Ainda trago na minha lembrança parte das memórias das estradas que percorri, das coisas que vivi no Uruguay e alguma coisa da Argentina. Disso tudo sempre há conversa para colocar em dia...
E claro, como não pode ser diferente, se posicionar perante este mundo que teima em ser injusto, agora bombardeado pela opinião única, essa que nos impõe uma visão de mundo tão distorcida e no entanto, tão convincente.
Pois então, espero que este "blog" sirva para alguma coisa mais do que uma catarse solitária. Espero que tenda pontes a outros tantos camaradas que seguem sonhando, que seguem acordados enquanto a maioria adormece na frente da TV...
Um abração
Alejandro Ruíz Velazco
Assim mesmo, desde a informalidade de meu portunhol que já é gaudério, inicio o ano me "digitalizando" um pouco mais. Sim, agora, com a assessoria de minha filha Karina, dou arrancada a este "blog".
Há tempo, muito tempo, que escrevo. Será por essa condição de teatino, essa condição de imigrante que sempre deixa um pouco de si em cada porto que abandona, tenho escrito os melhores textos a meus amigos e amigas, tenho refletido sobre a vida, a militância, a arte, a cultura e sobre minha própria pequena história em muitas folhas de papel que andam por aí, quem sabe se já nem existindo mais, quem sabe guardadas em algum cantinho de uma velha caixa de sapatos...
Agora, já quarentão, tenho muitas coisas a dizer, muitas histórias grandes e pequenas a contar. Tive a sorte de conviver com pessoas maravilhosas, com figuras históricas, mais do que nada daqueles que fizeram a história, mas também de personagens que encontrei nas estradas da vida e aos poucos vão se esvaindo na névoa da memória. Nada melhor que este espaço para falar de tudo isso.
Se tudo der certo, este ano me formo em "artes visuais, habilitação escultura", curso realizado no centenário Instituto de Artes da UFRGS. Foram cinco anos de estudo e convivência com a "geração do centenário", uma turma que decidiu dar um virada no leme desse gigantesco e pesado navio, que apenas apontava sua proa para o fechado espaço da "arte contemporanoide". Muitas coisas a lembrar, mas muitas a registrar ainda.
Ainda trago na minha lembrança parte das memórias das estradas que percorri, das coisas que vivi no Uruguay e alguma coisa da Argentina. Disso tudo sempre há conversa para colocar em dia...
E claro, como não pode ser diferente, se posicionar perante este mundo que teima em ser injusto, agora bombardeado pela opinião única, essa que nos impõe uma visão de mundo tão distorcida e no entanto, tão convincente.
Pois então, espero que este "blog" sirva para alguma coisa mais do que uma catarse solitária. Espero que tenda pontes a outros tantos camaradas que seguem sonhando, que seguem acordados enquanto a maioria adormece na frente da TV...
Um abração
Alejandro Ruíz Velazco
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